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Marcos da SFC, DIAN, CNBV, CNV, BCB e MiCA para empresas que operam com cripto.

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Lei antilavagem no México: atividades vulneráveis e avisos à UIF

Guia da LFPIORPI para a empresa brasileira que abre filial ou vende no México: atividades do artigo 17, limites em UMA em 2026, deveres, avisos, sanções e a reforma de julho de 2025.

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Lei antilavagem no México: atividades vulneráveis e avisos à UIF
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PTEE na Colômbia: o que exige o programa de ética empresarial

A Colômbia uniu o PTEE ao SAGRILAFT em julho de 2026. O que uma empresa brasileira com filial, distribuidor ou contratos na Colômbia precisa saber agora.

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PTEE na Colômbia: o que exige o programa de ética empresarial
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SARLAFT e SAGRILAFT na Colômbia: diferenças e a quem cada um se aplica

Comparativo dos dois sistemas colombianos contra a lavagem de dinheiro para empresas brasileiras: supervisor, base normativa, elementos e a due diligence exigida de clientes e fornecedores.

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SARLAFT e SAGRILAFT na Colômbia: diferenças e a quem cada um se aplica
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Outubro de 2026 no Brasil: o que muda nos pagamentos do exterior

Dois dias antes de a Resolução BCB 561 entrar em vigor, este guia organiza o que revisar, o que continua permitido e o que perguntar à sua instituição de câmbio ou prestador de eFX.

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Outubro de 2026 no Brasil: o que muda nos pagamentos do exterior
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Regulação de criptoativos no Chile: Lei Fintech e CMF

O Chile não tem uma única lei cripto. A Lei Fintech leva ao registro na CMF, a UAF exige controles de lavagem de dinheiro e o SII tributa ganhos e já cobra declarações próprias.

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Regulação de criptoativos no Chile: Lei Fintech e CMF
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Listas de sanções em pagamentos internacionais: guia

O que são as listas de sanções, por que qualquer intermediário financeiro é obrigado a cruzar as partes de um pagamento contra elas e o que uma empresa pode fazer para que um falso positivo não trave um pagamento legítimo.

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Listas de sanções em pagamentos internacionais: guia
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Regulamentação de stablecoins no Reino Unido para empresas

O Reino Unido não aplica a MiCA. Está construindo seu próprio regime de stablecoins, com a FCA e o Bank of England dividindo a supervisão e um cronograma que vai até 2027.

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Regulamentação de stablecoins no Reino Unido para empresas
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Regime Simples da Colômbia e exportação de serviços

O RST colombiano não substitui o IVA e soma a receita faturada ao exterior no teto de inscrição, um ponto que confunde empresas brasileiras com filial na Colômbia.

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Regime Simples da Colômbia e exportação de serviços
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Imposto de selo: contratos de serviços com o exterior

Assinar um contrato de serviços fora da Colômbia não basta para evitar o imposto de selo: o que importa é onde o serviço é executado e quais obrigações gera no país.

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Imposto de selo: contratos de serviços com o exterior
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Stablecoins para empresas no Paraguai: marco legal

O Paraguai não tem uma lei de mercado de criptoativos: o projeto que tentava criar uma foi vetado em 2022. Desde 2020 existe um regime antilavagem que alcança quem presta serviços sobre esses ativos, reforçado em 2026 por uma nova obrigação tributária de informação. Para uma empresa brasileira que compra ou vende para o Paraguai, entender a diferença entre usar o ativo e prestar o serviço regulado é o ponto central.

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Stablecoins para empresas no Paraguai: marco legal
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Stablecoins para empresas na Costa Rica: marco legal

A Costa Rica não tem uma lei de mercado de criptoativos, mas a partir de 19 de setembro de 2026 vai ter, pela primeira vez, uma reforma antilavagem que obriga quem presta serviços sobre ativos virtuais a reportar. A diferença entre usar o ativo e prestar o serviço regulado é o ponto central para qualquer empresa brasileira com fornecedores ou filial no país.

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Stablecoins para empresas na Costa Rica: marco legal
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Stablecoins para empresas na Guatemala: marco legal

A Guatemala não tem uma lei dedicada a ativos virtuais, mas nesta semana passou a ter uma lei antilavagem que pela primeira vez obriga quem presta serviços sobre eles a reportar. A diferença entre usar o ativo e prestar o serviço regulado é o ponto central para qualquer empresa brasileira com fornecedores no país.

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Stablecoins para empresas na Guatemala: marco legal
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Acordo de dupla tributação com a Colômbia: guia 2026

Um acordo de dupla tributação não elimina a retenção na fonte sozinho: reduz a alíquota conforme o tipo de renda, e só se a empresa reunir antes o certificado correto.

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Acordo de dupla tributação com a Colômbia: guia 2026
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Preços de transferência no Brasil: a Lei 14.596/2023

Desde 2024, o Brasil abandonou as margens fixas de 1996 e adotou o princípio arm's length da OCDE, sem limiar mínimo de faturamento para a obrigação.

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Preços de transferência no Brasil: a Lei 14.596/2023
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CARF: o padrão da OCDE para reportar criptoativos

O Crypto-Asset Reporting Framework da OCDE entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. Quem reporta é o provedor, não a empresa, e a primeira troca entre países chega em 2027.

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CARF: o padrão da OCDE para reportar criptoativos
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Resolução BCB 561: o que muda nos pagamentos internacionais

A partir de 1º de outubro de 2026, o prestador brasileiro de eFX não pode mais liquidar com sua contraparte no exterior em ativos virtuais. Veja o que isso muda e o que não muda.

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Resolução BCB 561: o que muda nos pagamentos internacionais
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Resolução 000240 da DIAN: o que ela já sabe sobre cripto

A DIAN, autoridade tributária da Colômbia, deixa de depender só do que a empresa declara. A Resolução 000240 obriga os provedores de criptoativos a reportar direto.

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Resolução 000240 da DIAN: o que ela já sabe sobre cripto
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Lei GENIUS de stablecoins: como avança sua regulamentação

O texto da Lei GENIUS já foi sancionado em 2025. O que avança agora é sua regulamentação: cinco agências federais publicam propostas, o prazo legal de julho de 2026 passou sem normas finais, e a entrada em vigor depende de um mecanismo de duplo gatilho.

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Lei GENIUS de stablecoins: como avança sua regulamentação
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Regulação de criptomoedas na Colômbia: o projeto arquivado

A Colômbia não tem, em agosto de 2026, uma lei de ativos digitais em vigor. O Brasil já regulou os VASPs. Veja o que isso significa para quem compara os dois mercados.

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Regulação de criptomoedas na Colômbia: o projeto arquivado
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Autorização de VASP no Banco Central do Brasil

A Resolução BCB 519 disciplina o processo de autorização das prestadoras de serviços de ativos virtuais. Veja quem deve pedir, que documentos exige e qual o prazo.

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Autorização de VASP no Banco Central do Brasil
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Travel Rule do GAFI em criptoativos: o que exige

Toda transferência de ativos virtuais acima de um limite mínimo precisa levar anexados os dados do ordenante e do beneficiário. Veja como funciona a Travel Rule do GAFI e qual o papel da sua empresa.

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Travel Rule do GAFI em criptoativos: o que exige
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Regulação de stablecoins no México: o que é o AVE

O Senado mexicano analisa um projeto para regular stablecoins referenciadas ao peso. Ainda não foi aprovado. Veja o que mudaria se passar.

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Regulação de stablecoins no México: o que é o AVE
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Regime cambial da Colômbia: guia para empresas

Uma empresa brasileira que fatura um cliente colombiano, empresta a uma subsidiária na Colômbia ou investe em uma empresa colombiana está sujeita ao regime cambial colombiano, mesmo sem saber o nome.

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Regime cambial da Colômbia: guia para empresas
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Receber de clientes na Europa: euro digital e stablecoins para empresas da América Latina

O euro digital ainda não existe e a sua primeira emissão possível está fixada em 2029. Enquanto isso, uma empresa latino-americana que recebe da Europa tem opções reais, mas convém não confundir três coisas distintas.

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Receber de clientes na Europa: euro digital e stablecoins para empresas da América Latina
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Lei Fintech e criptoativos na empresa mexicana: CNBV, Banxico e SAT

No México a lei define o ativo virtual e deixa nas mãos do Banxico decidir com quais é possível operar. A Circular 4/2019 restringe bancos e instituições fintech a operações internas, e isso explica o mercado que uma empresa enxerga hoje.

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Lei Fintech e criptoativos na empresa mexicana: CNBV, Banxico e SAT
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Stablecoins para empresas no Uruguai: marco legal e operação com USDC

O Uruguai tem lei de ativos virtuais desde 2024 e um supervisor designado. Para a empresa que apenas recebe e paga em USDC, o essencial é entender que usar a ferramenta não é o mesmo que prestar o serviço regulado.

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Stablecoins para empresas no Uruguai: marco legal e operação com USDC
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A Lei GENIUS de stablecoins nos EUA: o que muda para as empresas latino-americanas

A primeira lei federal de stablecoins nos EUA fixa reservas 1 a 1, transparência mensal e licenças para emissores. Veja o que isso significa para uma empresa da América Latina que recebe, paga ou mantém USDC ou USDT.

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A Lei GENIUS de stablecoins nos EUA: o que muda para as empresas latino-americanas
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Regulação de stablecoins do BCB: o que muda em 2026

O marco do Banco Central para ativos virtuais está vigente. Sua empresa não virou instituição regulada, mas mudou com quem ela pode operar.

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Regulação de stablecoins do BCB: o que muda em 2026